Naquele fim de tarde , quando a noite nos começava a envolver com o seu manto , tentei dizer , baixinho , quanto te amava , mas as palavras não conseguiram soltar-se . Depois tentei de novo , lembro bem , na escola num papelinho , interceptado pela professora . Gravei , em muitas árvores, corações cruzados , com flechas e palpitações , onde sobressaíam o teu nome e o meu . Já escrevi , com lágrimas , uma carta linda e passional , mas guardei-a no fundo da gaveta. Hoje , ao sentir no vento o teu perfume , ao ver o teu sorriso , não posso deixar de te dizer que és a pessoa mais encantadora que já conheci. Em todos os sonhos e pensamentos está essa beleza interior e exterior de que foste dotado . Cada dia que passa vou descobrindo que vale a pena sentir as alegrias e as tristezas por ti.

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